terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Já que é uma Passagem, cito Benjamin Péret como dissesse: e disse a Vida: "Ninguém será esquecido, franquearei a vulva a toda a gente pois o meu clitóris nunca amolece. Hoje, a entrada é livre."

A Vida é um sinal. A Morte, um signo último, ou melhor: objeto em si (se objeto o for) - inapreensível. Fim da busca porque apreensiva. Um éter in-alcansável, mesmo. É como língua a vasculhar intensamente o sexo outro na vã tentativa de encontrar o íntimo. Daí o prazer - para não ser debalde.

É qualquer coisa, que explico:














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