A Vida é um sinal. A Morte, um signo último, ou melhor: objeto em si (se objeto o for) - inapreensível. Fim da busca porque apreensiva. Um éter in-alcansável, mesmo. É como língua a vasculhar intensamente o sexo outro na vã tentativa de encontrar o íntimo. Daí o prazer - para não ser debalde.
É qualquer coisa, que explico: